Tempo para escrever

Aug 28
2006

Eu estou escrevendo algumas apostilas e por isso não tenho atualizado aqui.
Estou com tanto trabalho para realizar, que está difícil até de ter tempo para diversão.
Hoje eu tirei o dia de folga, faz meses que eu trabalho todos os dias da semana, inclusive finais de semana.
Entrei só para dar este aviso.
Tenho mil coisas para publicar, aguardem.

Check List para uma boa impressão

Aug 03
2006

Check List para uma boa impressão:

01 – Não utilize cores RGB, use sempre CMYK ou cores especiais.

02 – Salve sempre suas imagens/fotos em TIF.

03 – Salve gráficos e vetores em EPS.

04 – Confira a resolução. Para impressão offset o ideal é 300 dpi.

05 – Envie o arquivo final para gráfica em TIF, EPS ou PDF. Procure não enviar em arquivo aberto.

06 – Cuide para não escrever muito perto das bordas. Faça uma área de proteção (5 mm).

07 – Lembre-se de sangrar seus arquivos (5 mm).

08 – Indique com linhas (de 3 mm) as marcas de corte.

09 – Indique com linhas tracejadas (de 3 mm) o local das dobras.

10 – Antes de iniciar o trabalho pense no tipo de papel que irá usar e consulte o fornecedor gráfico para saber se as características do mesmo são compatíveis com o seu trabalho.

11 – Antes de iniciar o trabalho confira a tabela de aproveitamento de papel (de acordo com a gráfica que irá imprimir) e tente adequar seu trabalho a este formato.

12 – Peça para o cliente fazer uma correção detalhada do material final a ser impresso. Isso diminui a porcentagem de erros e diminui sua parcela de culpa no caso de algum erro.

13 – Envie sempre prova do seu trabalho com as últimas modificações e de preferência no tamanho 1:1.

14 – Envie todas as fontes usadas com suas devidas famílias (ex. bold, itálica, etc.).

15 – Envie somente os arquivos que devem ser impressos. Não mande arquivos com páginas em branco ou com páginas que não devem ser impressas.

16 – Elimine todos os objetos que estiverem fora da página ou que não devam ser impressos.

17 – Deixe e-mail ou telefone de contato com a gráfica.

18 – Anote qualquer observação que for necessária no seu trabalho, tais como: camada para silk, número de cores, cores especiais, corte especial, etc.

19 – Simplifique seus arquivos, evite usar blends, lentes, transparências, patterns, máscaras, etc. Caso utilize alguns destes efeitos, converta-os em vetor.

20 – Evite rotacionar ou mudar o tamanho das imagens nos programas de ilustração ou de paginação, faça isso nos próprios programas de edição de imagem (ex. Photoshop).

21- Não amplie suas imagens, escaneie de novo caso você precise em um formato maior, quando você amplia elas na verdade está perdendo resolução e com isso qualidade.

22 – Marcando as opções bold e/ou itálico para fontes pode funcionar para a tela ou impressão em baixa resolução mais quando a impressão for em alta resolução pode não funcionar, você deve ter certeza de que tem a fonte que quer usar e sua respectiva família.
(ex. usar Helvetica e Helvetica Bold funciona pois existe esta fonte correspondente, agora usar Futura Black e depois selecionar a opção Bold não irá funcionar pois não existe a fonte Futura Black Bold, neste caso você deve usar a fonte Futura Extra Black).
Isso também resolve-se transformando as fontes em curvas.

23 – Caso o trabalho requeira alguma faca especial, procure não colocar nada muito perto da margem de corte.

24 – Indique o formato das facas especiais com uma cor pura (magenta, ciano ou amarelo). Evite o preto neste caso.

25 – Lembre-se que a faca de corte é feita com uma lâmina torcida no formato solicitado. Portanto, enquanto mais simples menor o custo e as chances de erro.

26 – Indique os locais de verniz localizado com 100% de uma cor pura em uma página separada. Especifique bem que aquela página é referente a aplicação de verniz e deixe claro a que página ela deve ser aplicada.

27 – Depois do trabalho impresso você (e seu cliente) tem o direito de ter de volta o fotolito e a faca de corte. Você pagou por eles e pode querer utilizar no futuro.

28 – Nem todas as gráficas trabalham da mesma maneira com todos os materiais. Por isso, a cada novo trabalho procure fazer orçamentos em outras gráficas. As vezes uma gráfica que trabalha bem e barato com corte especial não consegue reproduzir com precisão as cores. Pesquise sempre.

28 – Ao realizar um trabalho impresso pense no processo inteiro, desde a sua criação, envio de arquivo, impressão, distribuição, local de distribuição, manuseio e descarte. A preocupação com o processo é a principal característica de uma arte-final bem realizada.

Tipos de Arquivo

Aug 01
2006

TIFF (Tagged Image File Format)

É um formato de arquivos que praticamente todos os programas de imagem aceitam. Foi desenvolvido em 1986 pela Aldus e pela Microsoft numa tentativa de criar um padrão para imagens geradas por equipamentos digital. O TIFF é capaz de armazenar imagens true color (24 ou 32 bits) e é um formato muito popular para transporte de imagens do desktop para bureaus, para saídas de scanners e separação de cores.

O TIFF permite que imagens sejam comprimidas usando o método LZW e permite salvar campos informativos (caption) dentro do arquivo. No Photoshop, use o comando File Info do menu File para preencher tais campos informativos.

Ideal para reprodução de fotos e imagens.

EPS (Encapsulated Postscript)

Desenvolvido pela Adobe, o Postscript é uma linguagem de descrição de páginas. Ao invés de definir píxeis, o Postscript é composto por um conjunto de comandos que são interpretados por um dispositivo de saída (impressoras, por exemplo). Ele pode ser usado para armazenar gráficos (i.e., vetores), imagens raster (bitmap) ou ambos. Por não conter uma representação direta de píxeis, um arquivo EPS não pode ser lido por programas de manipulação de imagens (embora possa ser lido por programas de editoração), mas apenas criado por eles para gerar saídas. O Postscript é capaz de manipular texto e desenhos de maneira eficiente e com qualidade superior ao bitmap, mas não é capaz de armazenar imagens fotográficas, de modo que elas devem ser representadas como bitmaps.

Internamente, o Postscript é formado por comandos que são texto, ou seja, um arquivo EPS contém apenas texto ordinário, cujo significado só pode ser compreendido corretamente por um hardware munido de um interpretador de Postscript. Comandos Postscript podem ser gravados num arquivo, que então é denominado arquivo EPS (diz-se que o Postscript foi encapsulado dentro de um arquivo).

Ao contrário de outros formatos, um arquivo Postscript só pode ser impresso numa impressora capaz de interpretá-lo. Por outro lado, devido à sua popularidade, ele é muito usado para saídas (impressoras, gravadores de filmes, plotters) e por programas de editoração (Page Maker, Quark, etc).

Ideal para vetores e gráficos.

Formato PDF

O formato PDF – Portable Document Format – possibilita o intercâmbio universal de arquivos, transferência de páginas por via eletrônica de uma maneira ágil e o estabelecimento de fluxos de trabalho digitais que integram a totalidade dos processos da área de impressão. O PDF é completo: contém todas as fontes, gráficos e informações necessários para que o arquivo apareça e seja impresso da forma como foi criado.

Além disto utiliza algoritmos de impressão que compactam o arquivo, deixando-o mais leve sem que haja perda de qualidade, agilizando não só a impressão, mas também a transmissão por internet.

A portabilidade é outra característica relevante. O PDF garante uma independência quanto a plataforma, programas utilizados e dispositivos de saída.

Ideal para quando se precisa de versatilidade de arquivo.

GIF

É um formato rápido; muito pouco processamento é ultilizado, para que um arquivo GIF seja exibido. Em compensação, está limitado a 256 cores. É um formato de imagem que guarda as informações sem perda. Pode ser carregado em um editor gráfico, gravado em disco, recarregado e re-gravado quantas vezes quisermos. Use o GIF para ilustrações, mapas e line-arts, como imagens do CorelDraw.

Ideal para logos e desenhos simples em internet. Não deve ser usado para impressão.

JPEG (JPG)

É um formato de arquivo com taxas de compreensão bem interessantes. Uma imagem de 264KB, comprimida em JPEG pode apenas ocupar 35KB, sem perda perceptível de qualidade.

As imagens em JPEG são, por natureza 24bits. Isso significa que a cor é mais fiel possível, em relação ao original. O lado ruin é que o formato JPEG alcança taxas altas de compressão descartando partes da imagem que passariam despercebidas ao olho humano. Cada vez que um arquivo JPEG é aberto, em um editor gráfico, mais dados são perdidos. O ato de gravar repetidamente um arquivo JPEG o levará rapidamente a uma condição de inaproveitável para uso. Esse formato é especialmente útil para armazenar fotografias.

Ideal para fotos e imagens na internet. Não recomendado para impressão.

PNG

É uma espécie de panacéia universal, um formato com taxa de compressão igual ou superior ao JPG, sem perdas perceptíveis deste. Cuidado, navegadores antigos podem não aceitá-lo.

Ideal para internet. Não deve ser usado para impressão.

TARGA (TGA)

Criado para as placas gráficas Targa, permite armazenar imagens RGB em 32 bits.

É geralmente usado para misturar imagens gráficas e vídeo, e para aplicações multimídia.

BMP (Windows bitmap)

É o formato gráfico nativo do Windows da Microsoft. É capaz de armazenar cores em até 24 bits, e muito popular em ambiente PC: alguns programas como o Paint aceitam somente este formato. Devido à popularidade do Windows, muitos programas, inclusive em Macintosh, suportam o formato BMP.