Esmolando no mercado dos serviços

Jun 23
2009

Quando alguém dá um preço para uma mercadoria física, geralmente não existe discussão. No máximo desconto por pagar à vista.

No mundo da publicidade e propaganda, do design e da informática, o apelo pelos preços chega a parecer ridículo.

“Me mostra o trabalho primeiro e se eu gostar eu pago.”

“Vamos ver o trabalho de 3 concorrentes e vamos escolher o melhor.”

“Você faz esse de graça, mas no próximo mês terão mais trabalhos. É bom para o seu portfólio.”

Cansei de ouvir essas frases para sites que eu fazia. Caí umas duas vezes nesta história, logo no início. Hoje não me pegam mais, trabalho só com contrato assinado e primeira parcela paga.

O vídeo abaixo resume o ridículo da situação:

Make My Logo Bigger Cream

Nov 05
2007

Make My Logo Bigger Creammakemylogobiggercream.com

Agency Fusion’s Make My Logo Bigger Mock-u-mercial

You need to MAKE MY LOGO BIGGER!,” clients say. While some requests may seem ridiculous, your clients still depend on you to help them get noticed and make them look good.

Esta agência web criou este falso anúncio para brincar com um dos pedidos mais freqüentes dos clientes: fazer o logo deles maior.

Bem humorado e muito divertido.

Banco de Imagens

Sep 20
2007

Hoje em dia é tão fácil conseguir uma imagem de banco de fotografias que os criadores nem se preocupam mais em fazer fotos personalizadas.

Na Zero Hora de hoje, dia 20 de setembro, um dia importante na cultura dos gaúchos, várias empresas homenagearam a nossa cultura.

Mas duas delas chamam a atenção. Em páginas bem distintas, foi preciso mais do que uma vez para enxegar.

Abaixo, uma reprodução dos anúncios que veicularam na Zero Hora do dia 20 de setembro de 2007. Clique para ver maior.

Claro - DCS

Braskem - Escala

SEMI o quê?

Jul 16
2007

Texto de Lígia Fascioni

11-07-07 – Um dos aspectos mais importantes do trabalho do designer é o seu conhecimento em semiótica. Ok, mas quantos deles sabem bem o que essa palavrinha capciosa significa?

Uma das mais conceituosas pesquisadoras na área, Lúcia Santaella, autora de dezenas de livros sobre o assunto, já se deparou com questões curiosas; já lhe perguntaram se seria o estudo dos símios ou uma especialidade da oftalmologia.

Bom, já vou adiantando que o assunto é bem complicado. Para se ter uma idéia, tem a ver com fenomenologia, a área da filosofia que estuda o modo como nós compreendemos tudo o que é apresentado à nossa mente, desde uma imagem, um som, até conceitos mais abstratos e emoções complexas. Fenômeno, que vem do latim phaneron, é tudo aquilo que nossa mente consegue perceber. Nada a ver com o prosaico Ronaldinho. Sentiu o drama?

Pois é, e onde é que a semiótica entra nessa história? Bem, a palavra deriva do grego semeion, que significa signo, e é a ciência que estuda os signos (não, não tem nada a ver com horóscopo!). Signo, para a filosofia, é tudo aquilo que significa alguma coisa. Assim, aquele cheirinho de café feito na hora é um signo tanto quanto a marca gráfica de uma empresa.

O signo, essa coisinha aparentemente simples, mas bem cheia de detalhes, pode ser analisado de 3 pontos de vista (segundo Charles Pierce, uma das principais referências; mas há quem discorde, como, de resto, tudo na filosofia):

- O signo em si mesmo, ou seja, a sua capacidade de significar. Por exemplo, o quanto o desenho de uma flor é reconhecível como a representação de uma flor.

- A referência àquilo que ele indica ou representa. Por exemplo, a relação entre o desenho e a flor. A flor é a idéia; o desenho é uma forma de comunicá-la.

- Os efeitos que o signo produz em quem está sendo impactado por ele. Por exemplo, a sensação que a pessoa tem quando vê o desenho da flor.

Parece que o número 3 é mágico na semiótica, pois tudo se desdobra em três partes e vai ficando cada vez mais complicado. Então, para não me alongar muito, só vou descrever os três tipos que os signos:

Ícones: são signos que mantém uma relação de analogia com o objeto representado. Ex: desenhos figurativos, fotos, filmes, imitações, caricaturas, etc
*
Índices: são signos que mantém relações causais com os objetos ou idéias que eles representam. Ex: fumaça para indicar fogo, talheres para indicar restaurante, sorrisos para indicar alegria, lágrimas para indicar tristeza, etc
*
Símbolos: são signos cujos significados são derivados de convenções. Ex: foi convencionado que um triângulo na pista significa carro com problemas; que uma pomba representa a paz; que a bandeira representa um país, que símbolos gráficos representam sons em uma palavra. Esses signos só são entendidos por quem conhece as convenções.

Está vendo como tem gente chutando por aí e usando símbolo, ícone e signo como sinônimos? A semiótica é extensa e complexa, e fico preocupada com a forma displicente com que os jovens estudantes de design a tratam. Com que critério se vai escolher entre um ícone, um índice ou um símbolo para representar uma idéia? O impacto da escolha do tipo de signo tem implicações diretas na forma como ele será interpretado e as relações que terá com seus receptores.

A teoria da comunicação nos diz que as pessoas interpretam os signos de acordo com o repertório delas. O repertório é o conjunto de informações que essas pessoas já conhecem e inclui a história, a cultura, as crenças e as vivências de cada um. Se o designer escolhe signos que estão fora do repertório, é provável que essas pessoas não o compreendam ou se sintam desconfortáveis com ele. Se o designer usa apenas signos comuns ao repertório de todos, cai na mesmisse e no lugar-comum. Uma verdadeira sinuca; é aí que os brilhantes aparecem e se destacam.

A semiótica é uma ciência essencial para ajudar o designer a usar as ferramentas mais adequadas a cada situação. É o que faz o seu trabalho ser mais conseqüente, planejado, eficaz.

Designer que não entende de semiótica, é, para mim, um semidesigner.

Lígia Fascioni é Engenheira Eletricista, Mestre em Automação e Controle Industrial, Pós-graduada em Marketing e Doutora em Gestão Integrada do Design. Autora do livro “Quem sua empresa pensa que é?”, é consultora empresarial na área de gestão da identidade corporativa.

http://www.acontecendoaqui.com.br/co_fascioni.php

Visão de Futuro

Jul 12
2007

Ponto de Vista

Jul 09
2007

No ocidente:

Scott

Enquanto isso no outro lado do mundo:

Poopy

Lá do fantástico blog do Hiro:

http://blog.hiro.art.br/2007/06/19/diferentes-pontos-de-vista/

Algumas pessoas vivem no passado

Jun 22
2007

“Dizer que a Internet é tudo, é um modismo idiota. O rádio é muito melhor.”
Nizan Guanaes, dono da agência África.

Sem comentários…

“O brasileiro é o único povo que fala mal do próprio país”.
Presidente Luís Inácio Lula da Silva.

Mas por que será? Fala sério!

A influência do sol

May 19
2007

na campanha publicitária da WWF:

Construindo aviões no céu

May 16
2007

É bastante exagerado, mas bem produzido.
Em inglês.

Glen Glen Glen

May 01
2007

Starbucks Commercial

Glenn
Glenn Glenn Glenn
Glenn Glenn Glenn
Glenn Glenn Glenn

Glenn’s the man going to work
Got his tie got ambition

Middle management is right in his grasp
It’s a dream he will never let die

Glenn’s the man of hour he’s the king of his cube
Status call reports have finally met their rival
Burning the candle in both ends on his way to the top
He knows one day he just could become"? supervisor

Starbucks Double Shot Espresso Drink
Bring on the Day

Roy
Roy Roy Roy