Um meio ou uma desculpa?

Apr 12
2009

Recebi por e-mail e resolvi compartilhar. Não tenho certeza da fonte, pois não achei confirmação na internet. De qualquer forma, o texto é ótimo e você precisa ler!

“Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo. Se quiser um casamento gratificante ou um amor correspondido, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.

O Sucesso é construído a noite! Durante o dia você faz o que todos fazem.

Mas para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial, pois se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados. Não se compare à maioria, pois infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chopp com batatas fritas, terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão, terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.

A realização de um sonho depende de dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão e a ilusão não tira ninguém de onde está.

Em verdade, a ilusão é o combustível dos perdedores, pois…

Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa.”

Por Roberto Shinyashiki

O sonho é o meu motor

Apr 06
2009

“Uma das calamidades da vida é sonhar apenas quando estivermos dormindo. O homem mais pobre não é o homem sem dinheiro: é o homem sem sonhos. ”
(Max L. Forman)

O dia do último porre

Apr 02
2009

O que me afastou um pouco do meu blog de tecnologia foi um novo negócio que conheci. Falarei sobre isto mais além.

Nestes últimos 2 a 3 anos da minha vida eu aprendi muito. O dia 10/12/2006 foi um marco na minha vida. Foi quando eu acordei de ressaca e decidi que aquele seria o último porre da minha vida e dali em diante eu seria mais responsável e cuidaria do meu futuro e do futuro da família que eu ainda viria a constituir.

Eu sempre fui muito dedicada e muito sucedida em tudo que fiz, mas gastei quase tudo em festas e bebidas e em remédios para curar as doenças do stress de trabalhar demais.

Naquele dia eu acordei. Tinha quase 29 anos e nada construído. Meu namorado, que era companheiro das aventuras, acordou na mesma época. Um pouco antes, para falar a verdade.

Deixamos a vida de festas para trás. Os amigos estranharam no início, pois desaparecemos do nosso círculo social, mas hoje já se acostumaram com nossas novas personalidades.

Um amigo disse que ficamos velhos. Se responsabilidade está relacionada com idade, então sim, ficamos velhos. E já foi tarde.

Nós mudamos tanto que nossos objetivos e sonhos também mudaram. Nosso sonho há 6 anos era morar na Cidade Baixa, o bairro boêmio de Porto Alegre. Hoje nosso sonho é morar no Canadá e praticar toda a educação e honestidade que nossos pais nos ensinaram.

Nós dizíamos que nunca nos casaríamos. Nos casamos dia 16 de agosto de 2008. E aprendemos a não dizer nunca.

Quando nos mudamos para o nosso apartamento, começamos a trabalhar com uma dedicação ainda maior. Adquiri a experiência que precisava em uma empresa que hoje já não existe mais, e troquei de área. Eu era web designer e hoje sou web developer. Ao final de dois anos, nos quais me preparava para a troca, passei a receber o dobro. O bolso agradece.

O meu marido também mudou de emprego e passou a trabalhar com uma dedicação invejável e em pouco tempo conquistou um reconhecimento dentro da empresa que só nos trouxe benefícios.

Dobramos a nossa renda mensal e deixamos de morar na casa da minha avó e fomos morar em um ótimo apartamento alugado. Nada de dar passo maior do que as pernas. Ainda não é hora de comprar.

E com este pensamento “pé no chão”, mesmo com nosso aumento no padrão de vida, passamos a nos preocupar com a nossa aposentadoria.

Plantar hoje para colher amanhã.